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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Semaninha chata. Mas, enfim ...

Chegou Sexta-Feira, ufa ... Nem eu mesmo estava me suportando, quanta tensão, quanta ansiedade essa semana me trouxe. Particularmente amo Sextas-Feiras, pq será? hehehe!
Acordei cedinho hj, levei minha primogênita ao colégio. Estava toda serelepe porque irá num passeio da escola, só volta no final do dia.
No caminho, com as mãozinhas dela enroscadas à minha, senti uma sensação que me fez parar de pensar no todo e esqueci das coisas que ultimamente vem me preocupando e causando-me inquietação. Naquele momento rápido, me vi ali na rua andando com minha princesa e sentindo em partes a ansiedade dela em só se divertir: "Oba, hj será um dia muito especial Papai!" - Assenti com a cabeça em concordância e no mesmo instante, fiz das idealizações dela, as minhas, afinal ... é Sexta-Feira.
Vez por outra permitimos que os problemas se acumulem tanto, à ponto de quase nos soterrar e isso é perigoso pois infuencia outros segmentos de nossa vida, por isso algumas vezes precisamos parar de ser "tão adultos" e "responsáveis" e tentar ver a vida sob um ângulo mais leve e menos afoito.
Ah, Sexta-Feira ... Vc é o prenúncio de um ótimo final de semana que terei junto das pessoas à que tanto amo, o prenúncio de coisas boas. A ilustração àcima é bem apropriada, quem discorda? hehehe!
Sendo assim, uma ótima Sexta-Feira pra você e ótimas realizações no final de semana, aproveite cada minuto, pois passa rápido.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Pensa que é fácil ?

Quando criança, sempre me fascinava com a expectativa de ir ao circo. Ainda morava com minha avó nesta época e sempre que possível ela me deixava ir. Era uma época em que tudo me impressionava: leões, mágicos, palhaços e afins. Sempre o circo se instalava na mesma rua em que morávamos, então, só era subir a Alameda Tutóia, o que era a uns poucos metros e já estava no circo.

Enfim, me lembro muito do malabarista. Era incrível o fato de começar seu número com poucas bolas e aos poucos estar com muitas no ar. Isso sem falar quando usava malabares com fogo ou objetos cortantes, que aflição!

Chegava em casa e inocentemente pegava alguns objetos e os jogava ao ar como o malabarista, na vã ilusão que conseguiria o mesmo feito. Bobagem!!

Mas era uma época em que eu tinha certeza que poderia fazer de tudo e que tudo era possível. Hoje me confronto com “malabares” da vida, ou seja, situações que vez por outra preciso dar um enfoque especial. Algumas dessas situações são como bolinhas ao ar, mas em sua maioria são como objetos cortantes ou com fogo e a aflição ainda persiste, mesmo depois de anos.

Vejo-me em muitas situações delicadas e que pedem de mim a máxima atenção, afinal, não quero que nada caia de minhas mãos, pois preciso manter o controle. Mas como o malabarista que começa apenas com uma ou duas bolinhas nas mãos e aos poucos vai dificultando com três, quatro, ... dez, também sinto isso cada vez que agrego mais “malabares” aos que já tenho.

No entanto, embora seja de início leve e aos poucos se complica, se tornando em alguns momentos quase impossível estar com tantos “malabares” nas mãos, eis que sempre chega o “Gran Finale”, quando aos poucos o malabarista vai se desfazendo de cada um dos malabares e termina seu número sob completa ovação.

Assim é a vida, precisamos saber lidar com todas as situações que nos cercam e em alguns momentos nos deixam aflitos e temerosos, assim como o malabarista. O importante é lutar para não deixar-se abater e não deixar a “bola” cair. Estar sempre próximo do Dador de nossas vidas é essencial para termos êxito certo, pois ninguém nos conhece melhor do que Ele, sendo assim, boa performance para todos nós.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Profundo ...

'A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade'.
Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Persistindo e confiando ... ainda!

A vitalidade não se mostra apenas na força de persistir, mas também na capacidade de começar de novo”. - Francis Scott Fitzgerald

Não se é necessário somente persistir, mas persistir com força. Ser forte e feliz quando as coisas estão tudo bem é fácil, qualquer um pode fazer, mas navegar com tranquilidade e mansidão no meio da turbulência, este é o desafio. Aliás se somos felizes quando as coisas estão boas, então somos fruto de nossas circunstâncias: Imagine se surgir uma guerra ao seu redor: seu coração irá explodir junto com a guerra.

Não podemos ser assim, não podemos ser vítimas das circunstâncias, mas agentes transformadores de nossa realidade e, mesmo sendo difícil, aprender a não perder a singeleza e a doçura quando o mundo parecer desabar.

A capacidade de começar de novo, por sua vez, refere-se à arte de saber recomeçar, é aquela que nos provoca a abandonar o passado amargo, os pensamentos negativos, que nos aprisionam ao medo, semear novamente, mesmo que a tempestade tenha quebrantado todas as mudinhas que recém venciam o terreno da vida e chegavam à existência.

Não podemos decretar a morte de todos nossos sonhos, se algum deles ficou preso na escuridão, devemos buscá-lo e trazê-lo à luz, sem desistir dos demais...

Ao mesmo tempo em que existem pessoas que constroem palácios no seu mundo exterior, cada vez mais vemos pessoas sendo escravas de seus medos, frustrações, sendo vítimas de tudo que acontece ao seu redor, e principalmente ao redor de suas mentes e coração. Começar para elas não é um desafio, mas uma missão impossível, pois estão presas no pior cárcere, o da emoção.
Escrever a vida é assim, ora teremos dissabores, ora euforias, mas a felicidade pode ser semeada em todas as estações, é fruto para todo o ano, pois pode conviver com todas as situações, das mais belas e das mais nefastas.

Que todos nós tenhamos perspicácia e determinação ao enfrentar ambas as situações !

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Tá acontecendo comigo?

Ouvindo a canção do Leoni, conhecida na voz de Paula Toller que também escreveu a canção juntamente com Bruno Fortunato: "Alice" (Não Escreva Aquela Carta De Amor). Me dei conta de que a letra, tem muito a ver comigo nesse momento que me encontro:
"Tantos sonhos morrem,
Em poucas palavras,
Um bilhete curto e já não há nada!

Alice, não se esqueça do nosso amor,
será que eu tenho sempre que te lembrar
Todo dia, toda hora, eu te imploro por favor
Refrão:
Alice, não escreva aquela carta de amor (2X)
Sempre tive medo das suas idéias
Porque você precisa ser tão sincera?
Alice, tô treinando pra te enfrentar
Tenho mil motivos pra você me suportar
Fica mais uma semana, nesse tempo a gente engana
Refrão:
Alice, não escreva aquela carta de amor (4X)
Todo mundo sabe de alguma coisa que eu não sei
De um filme que eu não vi
De uma aula que eu faltei
Por mais que eu tente eu nunca chego no horário
Eu perco tudo que eu ponho no armário
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros outros parece tão fácil
A fila que eu escolho vai sempre andar mais devagar
O troco acaba bem na hora em que eu vou pagar
Se eu me distraio um único instante, pode apostar que
eu perco o mais importante
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros outros parece tão fácil
Os vizinhos devem rir por trás do jornal
Eu desconfio de um complô
O maior que já se armou
Uma conspiração internacional (2X)
Refrão
Alice, não escreva aquela carta de amor (4X)