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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Hora Certa

Alguns estão solteiros. Alguns estão casados e esperaram 10 anos para ter um filho, e outros tiveram um filho depois de um ano de casados. 

Alguns se formaram aos 22 anos, e esperaram 5 anos para conseguir um bom emprego. Outros se formaram aos 27 e encontraram o emprego de seus sonhos imediatamente!

Alguns se tornaram presidentes de grandes empresas aos 25 e morreram aos 50, enquanto outros se tornaram presidentes aos 50, e viveram até os 90.

Cada um trabalha com seu próprio “fuso horário”. As pessoas conseguem lidar com situações apenas de acordo com seu próprio tempo. 

Trabalhe com o seu próprio tempo. 

Seus colegas, amigos, e conhecidos mais jovens podem parecer estar “a frente” de você, e outros podem parecer estar “atrás”.

Não os inveje nem zombe deles. Estão em seu próprio tempo. E você está no seu!

Segure firme, seja forte, e seja verdadeiro consigo mesmo. Tudo irá conspirar ao seu favor. 

Você não está atrasado, nem adiantado, você está exatamente na hora certa!

Autor desconhecido

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sobre possibilidades ...

A vida às vezes vira a gente de ponta cabeça e chacoalha até derrubarmos tudo aquilo que carregávamos, e nos tira o que chamávamos de possibilidade. 

E só quando a gente coloca o pé no chão é que entende, que possibilidade mesmo não são aquelas coisas que imaginamos que nos pertencem, não é ter embaixo dos braços um punhado de quase certezas. 

Possibilidade é começar do zero, com as mãos vazias.

- Camila Heloise

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Fragmentando ...

Compreender as vivencias de alguém e poder enxergá-la como a soma de suas experiências é aceitar que o outro nunca está completo, e sim, em construção. 

Não devemos exigir que 'ele' esteja pronto para nós, se jamais estará pronto para si mesmo. Entender o jeito inacabado do 'outro', é aceitar um alguém que irá construir algo novo contigo, é aceitar fazer parte das possibilidades que virá em sua companhia.

E isso, não se nomeia e define. É sempre uma surpresa! A escolha é sempre sua, se embarca ou não, nessa construção!

- Thalita Souza

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

É preciso ir embora

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. 

É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. 

Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua pegada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso!

É preciso ir embora ...

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália. 

Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. 
Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.

Então vá embora!

Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.

As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.

- Antônia Macchi