segunda-feira, 1 de agosto de 2016

É preciso ir embora

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. 

É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. 

Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua pegada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso!

É preciso ir embora ...

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália. 

Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. 
Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.

Então vá embora!

Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.

As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.

- Antônia Macchi

terça-feira, 26 de julho de 2016

Arrisque-se!

Se você for tentar, tente de verdade, caso contrário nem comece!

Isso pode significar perder tudo. E talvez até sua cabeça. Isso pode significar não comer nada por três ou quatro dias. Isso pode significar congelar num banco de praça. Isso pode significar escárnio e isolamento.

Isolamento é uma dádiva!

Todo o resto é teste da sua resistência. De quanto você realmente quer fazer isso. E você vai fazer isso, enfrentando rejeições das piores espécies.

E isso será melhor do que qualquer coisa que você já imaginou. Se você for tentar, tente de verdade. Não há outro sentimento melhor que isso. Você estará sozinho com os deuses. E as noites vão arder em chamas. 

Você levará sua vida direto para a risada perfeita. Esta é a única briga boa que existe.

- Charles Bukowski

domingo, 10 de julho de 2016

Nossas escolhas

Diariamente fazemos escolhas em nossas vidas e, cada uma delas traz consigo uma consequência.

Há 5 anos você decidiu algo que te trouxe ao que você é e tem hoje. Pare e reflita nisso. Algumas pessoas colocam a culpa em tudo, menos nelas mesmas, responsáveis por escolher o que fazer.

Estamos em 2016. Como você estava em 2011? A situação lá atrás era muito diferente da atual? Se sim, foi porque você escolheu mudar. Se não, é porque você também fez escolhas que te fizeram continuar no mesmo lugar.

Hoje você terá opções e poderá escolher o que fazer. Esteja ciente que decisões tomadas hoje, refletirão no seu você de daqui 5 anos.

Portanto, escolha bem!

Texto extraído da página: #fabricadementes

sexta-feira, 8 de julho de 2016

08 anos de Meus Fragmentos

Fala pessoal, belezinha? 

Hoje esse blog completa 08 anos. Estou com tanta saudade de escrever aqui, mas ainda estou com o meu notebook no conserto e sinceramente escrever no tablet é muito ruim.

Quero agradecer sempre sua visita aqui e pedir desculpas pelo aparente abandono, mas brevemente estarei atualizando este espaço que gosto demais.

domingo, 29 de maio de 2016

Eu desejo!

Fala pessoal, belezinha? 

Estou um bom tempo sem postar aqui pois estava sem o meu notebook e pelo tablet fica mais complicado. 

Calma que estou retornando às postagens!

Estou com muita saudade de escrever aqui. Tem ocorrido muitas coisas comigo ultimamente e uma delas é um desejo imenso de mudança, Mudanças de emprego, cidade, comportamento e foco, vem ganhando a cada dia uma força maior.

Neste processo, o que importa é a qualidade e não a quantidade. Quero voltar a fazer as coisas com amor e intensidade, Seja em sentido pessoal, espiritual e profissional.

Estou muito confiante e peço a vocês que torçam por mim e minha família neste processo. Aos poucos darei maiores detalhes entre uma postagem e outra.

Nos falamos em breve, ok?

domingo, 27 de março de 2016

Fragmentando ...

"O suicídio não acontece quando alguém corta os pulsos ou salta de uma janela com uma corda ao redor do pescoço.

O verdadeiro suicídio acontece quando acordamos todos os dias do mesmo jeito que fomos dormir, quando o coração vazio continua vazio, quando a alma continua morta."

- Rafael Di Souza

domingo, 13 de março de 2016

Você já sentiu?!

Você já se sentiu como se precisasse sumir por um tempo? Já se sentiu como se estivesse sendo destruído pelas pessoas em sua volta?

É como se você estivesse em uma grande bolha de ar que sempre é estourada-e-estourada até você não ter forças suficientes para regenera-la. 

É como se todo o seu ar fosse sugado pelo vácuo de seu coração e seus sentimentos fossem esmagados por uma grande sobrecarga psíquica.

Você já se sentiu como se estivesse morrendo aos poucos sem poder lutar pela sua sobrevivência? Já se sentiu como se uma simples e pequena palavra pudesse lhe derrubar ou te demolir como o vento faz com um castelo de cartas?

Saiba que é como se o chão desmoronasse em sua volta e você não tivesse escapatória. É como se o sol estivesse descendo para terra vaporizando seu corpo em segundos e você não ter chance de fugir. É como um tsunami, engolindo e massacrando nossos lares. 

É tudo tão confuso, é tudo tão denso, violento e indesejado. 

Você já sentiu?

- Gabriel Mariano

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Os cinco estágios

Fala pessoal, belezinha?

Vocês que acompanham meu blog, notaram que passei por situações que me fugiram ao controle. Em 2011 fui fortemente atacado por imprevistos dolorosos em minha vida profissional, pessoal e principalmente espiritual.

Eu morri durante este ataque, e para retornar a viver, precisei passar por todos os cinco estágios do luto: negação, raiva, barganha, depressão e finalmente a aceitação.

Hoje mais forte, já consigo respirar e sei que não precisarei mais me preocupar com trivialidades que antes me tornavam mais amargo a cada minuto que passava.

Não precisarei mais me preocupar com todos os insignificantes detalhes de um passado remoto que tanto me picavam, sem nunca me perfurar totalmente. Andava farto de empurrões com objetivo de me fazer tombar, mas não cair completamente.

Mas, verdade seja dita: o meu equilíbrio, tal como todo o resto, sempre foi melhor do que na verdade o era. Mesmo assim, tenho feito um enorme esforço para não deixar os meus pés perderem a sua recentemente adquirida harmonia.

Durante o processo abandonei coisas demais, destruí tantas outras que criei, além de arrancar de mim sonhos que demorei tanto a conquistar mas perdi em 2011. Foi como se eu fosse tomado por um furacão, pois abandonei sons, sentimentos, costumes, palavras, cheiros e pessoas que antes julgava importantes.

Hoje consigo respirar, pensar em tudo e seguir em frente, pois a dor emocional embora ainda exista, atualmente é insignificante e enfraqueceu com o tempo.

Sei que jamais serei o mesmo, nem desejo mais o ser. Quero somente me manter firme ... preciso muito disso!

Sou eu quem vai desempatar este braço de ferro, portanto, tudo depende de mim. Resta saber a quem darei a vitória.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Casa Arrumada

Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.

Mas casa, para mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, nem cenário de novela.

Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas. Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida!

Casa com vida, para mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.

Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.

Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...

Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vindo. A que está sempre pronta para os amigos, filhos, netos e para os vizinhos.

E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.

Arrume a casa todos os dias, mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela e ... reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Feliz Livro Novo!

Há um ano atrás, quando 2015 começou, ele era todo seu. Foi colocado em suas mãos e você podia fazer dele o que quisesse.

Era como um Livro em Branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.

Podia ... hoje não pode mais; já não é seu. 2015 é um livro já escrito, concluído!

Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo. Estará fora de seu alcance.

Portanto, reflita ... tome seu velho livro e o folheie com cuidado.

Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.

Leia tudo ...

Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo. Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. 

Não, não tente arrancá-las ... seria inútil, já estão escritas!

Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe foi entregue hoje; assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins.

Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.

Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o. Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador.

Não importa como esteja ... ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras: 

"Obrigado e Perdão"

E, agora que 2016 já chegou, você ganhou outro livro: novo, limpo, branco - todo seu - no qual você irá escrever o que quiser.

Tenha perspicácia, não perca a fé e siga em frente!

Autor Desconhecido

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Os amigos invisíveis

Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

Os amigos são para toda vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira.

Temos o costume de confundir amizade com onipresença, e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão.

Amizade não é dependência, submissão. Não se tem amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado!

O que é mais importante: a proximidade física ou a afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio.

Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade.

Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem estar.

Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles, “vamos nos ligar?”, num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento.

Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo final de semana ou me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso os encontre, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação.

Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim.

Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia. Significativos em cada etapa de formação. Não estão na nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinado, de forma perceptível, as nossas atitudes.

Quantas juras foram feitas em bares a amigos bêbados e trôpegos?

Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue ... a serenidade.

Fabrício Carpinejar

sábado, 17 de outubro de 2015

Travessia

No cinema, assistindo ao filme "A Travessia", meu menino tinha as mãos suadas. O filme, uma história real sobre o francês Philippe Petit, que na década de 70 atravessou de forma ilegal o vão entre as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, usando apenas um cabo e se equilibrando sobre ele, desacomoda e leva à transpiração as almas mais sensíveis. 

Assistindo ao longa, a sensação que fica é a do medo. Medo pelo que pode acontecer ao protagonista (mesmo sabendo que ele sobrevive), medo pelo que sentiríamos estando na pele dele, medo de altura, medo da morte.

Isso me fez recordar uma frase do escritor Mia Couto que diz: "Eu tive as minhas mortes. Felizmente, todas elas passageiras". E assim lembramos que a vida é composta de muitos lutos, a maioria deles reversíveis, e só isso deveria bastar para justificar nossa coragem, ou a capacidade de viver sem medo. 

Apesar de nos resguardar do perigo, o medo nos afasta da vida. Da vida e de suas inúmeras mortes. Da vida e de seus vários renascimentos. O equilibrista desafia o perigo com a certeza de que a morte está perto, mas não irá derrubá-lo. Já os que vacilam perante os desafios da própria existência constroem muros onde podem se refugiar, isolando-se de uma vida nova, muitas vezes melhor. 

Apesar de adorar montanha russa e de ter pulado de paraquedas há alguns anos, não me considero uma pessoa muito corajosa. Fui criada para desejar uma vida segura, longe do burburinho da corda bamba, recatada em meu mundinho particular. O hábito me fez almejar segurança. Na minha redoma, cultivo minhas leis. Não ouso virar a mesa nem levantar a voz. Não troco o certo pelo duvidoso, prefiro "um pássaro na mão do que dois voando", perdi um pouco da espontaneidade com a idade. Não é motivo para me gabar não. Queria ter uma dose a mais de coragem para me livrar das culpas que me atam as asas e seguir pela corda bamba que me chama. A corda bamba que todos nós possuímos e, quer queira, quer não, temos que atravessar.

Todos nós possuímos um cabo de aço por onde devemos nos equilibrar e fazer a travessia. Alguns veem lá de cima precipícios enormes, como o vão entre as torres gêmeas. Outros percebem que tiveram medo de cair de uma altura irrisória, que não passava de ilusão causada pelo medo de seguir adiante. Porém, a vida é para quem ousa colocar pé ante pé, devagar ou com pressa, acreditando firmemente que cair não é o fim, pois muitas vezes o chão está a um palmo de distância. 

Chegar ao fim, mesmo sentindo as pernas fraquejarem, nos dá a certeza de que a fé nos impulsiona a viver melhor. Ter a coragem de romper antigos nós, quebrar velhos tabus, experimentar novos ares e ousar fazer a travessia nos confronta com o amadurecimento, a única forma de crescer _ independente da idade que tivermos. 

Fazer a travessia é ter coragem de crescer. É experimentar o prazer que vem da descoberta de que vivemos constantes mortes, e que, com sorte, renascemos melhores e mais sábios. Que haja esperança, fé, inspiração divina. Que saibamos o momento de avançar e o de recuar. Que experimentemos cruzar a linha de chegada mais livres e com a consciência de que dando o primeiro passo já somos vencedores.

Fabíola Simões

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Transmutação ...

Fala pessoal belezinha?

Segue abaixo um texto tão perfeito que eu particularmente desejaria ter escrito cada palavra, mas todos os louros vão para Cecília Sfalsin. Como já disse aqui neste blog, 'talvez eu seja um pouco de tudo que já li' e pode ter certeza: este texto define meu momento atual.

Um conselho?! Delicie-se ...

MUDANÇAS

"Eu mudei em muita coisa, e não foi pelo tempo, nem pela idade, mas pelo coração, pelas vezes que ele se machucou, pelas vezes que ele confiou, pelas vezes que ele amou. 

A gente precisa se amar muito para não nos tornarmos dependentes de afetos alheios, porque é bem por ai que surgem os enganos, é bem por ai que surgem as decepções.

Quando transbordamos de amor pela gente, o que oferecemos ao outro não nos faz falta, porque a gente aprende o que é ter valor. 

Talvez você esteja naquele momento horrível da vida, que alguém te deixou sem razão alguma e o coração sangra pela falta e pelo desprezo que tem recebido. Não se culpe, pare de querer entender onde você errou, o que você fez, ou se o tempo voltasse atras você faria diferente. 

Pare de se torturar pelo que se foi, porque na verdade quem ama a gente não se vai, não nos deixa, e nem quer que a gente sofra, quem nos ama, por mais difícil que seja uma situação, vai tentar resolvê-la sem maltratar o nosso coração. 

Desculpe a sinceridade, mas é a verdade que sinto: quanto mais você for atrás, menos você significa. 

Eu acredito muito no novo de Deus, e por acreditar, vivo as esperas d'Ele, mesmo com as urgências que há em meu coração, mas não admito mais que ele sofra pelo que não vale a pena, e nem que se culpe pelo que não deu. 

Sai desta nostalgia e vai viver .... enquanto você esta ai se desfalecendo, o outro esta vivendo a vida, curtindo e se achando "super " bem sem você..."

Cecília Sfalsin

sábado, 12 de setembro de 2015

Viver ...

Impossível atravessar a vida ...

Sem que um trabalho saia mal feito, sem que uma amizade cause decepção, sem padecer com alguma doença, sem que um amor nos abandone, sem que ninguém da família morra, sem que a gente se engane em um negócio. 

Esse é o custo de viver! 

O importante não é o que acontece, mas ... como você reage. Você cresce quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé.

Mas, quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la, quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo e quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir.

Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos, quando abre caminho, assimila experiências e semeia raízes ...

Cresce quando se impõe metas, sem se importar com comentários, quando é forte de caráter sustentado por sua formação, sensível por temperamento e humano por nascimento! 

Cresce ajudando a seus semelhantes, conhecendo a si mesmo e dando à vida mais do que recebe. 

E assim que se cresce ...

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O poder das palavras.

Fala pessoal, belezinha?!

É ... tudo muda, o tempo todo.

Plutão não é mais um planeta, Bill Gates não é o homem mais rico do mundo, David Karp não é mais o dono do Tumblr, Titanic não é o filme com mais arrecadações em bilheterias, locadoras desapareceram e foram substituídas por Netflix;

Ninguém mais manda sms, para isso tem whatsapp, Orkut deixou de existir e deu lugar ao facebook, os cantores, não necessitam mais tanto assim de gravadoras, para isso tem youtube; álbum de fotografias é coisa de avó, agora existe Instagram.

Mas, entre milhares de coisas que mudam no decorrer dos anos, existe uma delas que não muda; é o poder que tem as palavras ... o quão profundas e cortantes elas podem ser.

As palavras ainda são o que dão vida a vida. Tudo pode mudar, menos as palavras ... menos o que foi dito e escrito, pois isso fica gravado, se não for de quem as leu, são no coração de quem as ouviu, pois ainda somos de carne e osso, mesmo que a cada ano que se passa nos tornamos mais antissociais do que o comum.

A tecnologia tem nos 'engolido', mas ainda não fomos substituídos por maquinas; temos sentimentos, somos frágeis, somos humanos, e palavras ferem, marcam, palavras são os que nos dão vida e morte, palavras eternizam momentos, e exterminam também.

Se há algo que não temos o poder de mudar, é uma palavra dita ou escrita, mesmo que você substitua ou escreva algo diferente ... já foi dito, já foi escrito, já foi feito, e quem as leu ou as ouviu, ficarão marcados pelo leve ou grosseiro toque seu.

Por isso caro leitor, tenha sempre muito tato, além de muito cuidado, pois quando você toca alguém com suas palavras, você pode mudar também a vida de alguém ... seja positiva ou negativamente!

domingo, 23 de agosto de 2015

Passado

Seu passado pode sim, servir de experiências para o seu amanhã. Suas dores, perdas e fracassos podem sim serem lembrados como fatos de superação, mas nada do que não deu certo ontem pode desenhar o seu futuro, nada do que você foi ou fez de errado pode definir a história de Deus para sua vida, nada e nem ninguém pode te impedir de se continuar.

Sofrer pelos seus erros não é tão vantajoso como querer recomeçar, ficar se martirizando pelo relacionamento que acabou, pela pessoa que te machucou, pelas feridas que a vida te causou não trará de volta as possibilidade que Deus te da para fazer de novo ou de pelo menos tentar se reconstruir. 

Há coisas do passado que não podemos carregar por uma vida toda, há mágoas que não podemos deixar com que criem raízes em nós ao ponto de nos encarcerar na derrota e nos algemar no medo de amar de novo, de confiar de novo, de viver de novo.

O que quero dizer a você que anda reclamando de tudo e não se permite ser feliz é que tudo neste mundo depende do nosso primeiro passo, que ninguém pode te ajudar se você não quiser, e que certas lembranças ruins somente servirão para te distanciar do que é para ser bonito e inacreditável em sua vida. 

Sendo assim, arrume as gavetas da sua alma, jogue fora o que não vale a pena guardar, tire da estante do seu coração o que só te traz dor e sofrimento, abra os espaços precisos em seu coração para que o amor se abrigue, e se dê uma nova chance. 

Há sempre um caminho novo pra quem se permite recomeçar ... chega de se lamentar!

Cecilia Sfalsin

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Acorda ...

O marido e a mulher não se falavam há uns três dias.

Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:

- Me acorde às 6 horas da manhã.

No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30. O homem teve um ataque e pensou:

- Que merda! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela não me acordou...

Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou um papel no qual estava escrito:

- ...São seis horas, levanta!!!

Moral da História

Não fique sem conversar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são simplesmente geniais na vingança!

O casamento é a relação entre duas pessoas, onde uma pessoa está sempre certa e a outra, é o marido!

Andrei Popov

terça-feira, 21 de julho de 2015

Das coisas que vejo por ai.

Se não te deixa bem, se te machuca ou não te agrada, então sai fora ... se afaste, dê tchau. 

Mas preserve seu nível de sensatez, sua delicadeza, sua boa educação. É tão mais honesto com você se afastar do que agredir, falar mal, fazer comentários idiotas e sem proveito algum.

É tão mais bonito silenciar do que fazer papel de sabe tudo, é tão mais delicado deixar o tempo passar do que difamar e usar de indiretas. Respeito é bom e todo mundo gosta, veste bem, não aperta e nos deixa super elegantes.

O amanhã é imprevisível, a gente não sabe o que vem pela frente e nem tem ideia de quem vamos precisar, e agir na ira, na raiva ou na impulsividade é o mesmo que plantar sementes de frutos amargos.

Não há nada mais agradável do que ter paz no coração e uma consciência tranquila, não há nada mais gratificante do que colocar a cabeça no travesseiro e saber que fez a coisa certa. 

Não há nada melhor do que colocar nas mãos de Deus tudo que inquieta o nosso coração ao invés de revidar e perder totalmente a razão. 

Isto não é fraqueza não, isto é caráter.

Cecília Sfalsin

sábado, 18 de julho de 2015

Um dia ...

Um dia você vai entender o porque de muita coisa em sua vida, um dia você vai olhar para trás e lembrar daquele amor que doeu, daquela amizade que te traiu, daquele momento em que você se sentiu a pessoa mais pequena e inútil deste mundo e ninguém viu.

Um dia as verdades vão te bater forte, vão trazer ao seu coração tantas lembranças do passado, tantos momentos que você viveu, tantas pessoas que passaram pelo seu caminho, tantas coisas boas e também ruins que de alguma forma balançaram o seu coração.

Isso ocorrerá ... não para te fazer sofrer ou chorar, mas para trazer a sua memória as lutas e dores que você já venceu e servirá para fortalecer a sua fé para outras lutas que hoje você pode vencer.

Um dia os ventos soprarão como um filme, e você estará ali no meio de todos contando a sua história, compartilhando as suas vitórias e agradecendo a Deus pelo tanto que Ele te ajudou.

Vai por mim, esta é só mais uma de muitas dificuldades que você já superou, e ... ela vai passar, pois, é quando parece ser impossível que Deus nos faz triunfar.

Cecilia Sfalsin