sábado, 13 de setembro de 2014

Conselho

"Se eu posso te dar um conselho ... eis aqui: 

Não mendigue atenção de quem quer que seja. 

Não se esforce para compartilhar minutos com quem está mais interessado em coisas que não te incluem. 

Não prolongue a conversa apenas para ter o outro por perto, quando você perceber que precisa se esforçar bastante para que o monólogo vire um diálogo. 

Esqueça ... prefira a sua solidão genuína à pseudo presença de qualquer pessoa. 

Ainda digo mais: 

Perceba que existem pessoas que curtem dividir a atenção contigo sem que você precise desprender esforço algum. 

Aproveite o que te dão de livre e espontânea vontade e dispense o que te dão por força do hábito ou por pura conveniência ... esqueça o que não querem te dar. 

Pois cada um dá o que pode." 

Mario Calfat Neto

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Sem medo de errar ...

Eu nunca tive medo de errar, tinha medo de morrer sem saber se aquilo daria certo se eu nunca tentasse. 

Mirava no que eu acreditava e ia. A cada não que eu recebia, um novo impulso para frente, nunca para trás. 

Foi a minha teimosia que me fez quebrar a cara milhões de vezes e aprender as maiores lições da vida. E foi a mesma teimosia que me levou as maiores vitórias. 

Sou da legião dos que pegaram as armas para a batalha e se esqueceram do escudo. Já voltei para casa com feridas profundas de flechadas certeiras. 

Ainda me esqueço, ainda volto para casa com os mesmos ferimentos. Mas, já dizia o sábio "a flecha não acerta os covardes".

Camila Heloise

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A difícil arte de esquecer

Como seria bom se fossemos capazes de esquecer com facilidade as ofensas que recebemos, os problemas que tivemos, as pessoas que amávamos e que se foram. Como seria bom se ao acordar conseguíssemos deixar para trás as mágoas, as indiferenças, as injustiças sofridas e todos os dias começássemos uma vida nova. Como seria bom se ao perdoarmos alguém fossemos capazes de esquecer o que esse alguém nos fez. 

Se a memória do passado não nos deixa pela sua própria natureza, cabe a nós, num enorme esforço de vontade, num auto desafio enorme, desenvolver a difícil arte de esquecer. E temos que fazer esse esforço pela razão para que possamos sobreviver com equilíbrio, pois do contrário viveremos remoendo um passado que já se foi e, como sabemos, jamais voltará. Se perdoar não basta para esquecer é preciso tentar esquecer para perdoar. E não é fácil. E quem disser que é fácil estará nos enganando.

Quantos casamentos, relações afetivas, empregos, carreiras e mesmo vidas foram jogadas fora pela nossa incapacidade de esquecer ofensas, muito graves ou menos graves, e que não conseguimos despejar de nossa memória. Você mesmo será capaz de apontar, em conhecidos, amigos e em você mesmo, várias situações onde ninguém ganhou, todos perderam, pela incapacidade de esquecer.

Procure fazer um esforço - mesmo que seja imenso - para esquecer as ofensas, as mágoas, as injustiças, as calúnias, os maus-tratos, as caras feias, as indiretas, e um triplicado esforço para perdoar quem fez tudo isso que não sai da sua memória. Não será fácil. Você terá que reconhecer essas memórias todas e uma por uma jogá-las num arquivo morto e se esquecer até de onde as arquivou. 

Não faça da sua vida um eterno remoer, um eterno desejo de vingança, um eterno sofrer por um passado que já se foi.

Pense nisso. Sucesso!

Luiz Marins

terça-feira, 8 de julho de 2014

6 anos de "Meus Fragmentos"

Fala pessoal, belezinha?

Hoje o blog completa seis aninhos de existência. Confesso que tenho deixado ele um pouco de lado, mas em breve estarei mais presente.

Chego à conclusão depois de tantos anos postando aqui, que podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje.

Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.

Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.

Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.

Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.

Eu tenho mudado muito, não sou mais o mesmo desde a minha primeira postagem aqui e quem me acompanha a mais tempo, deve ter percebido isso. 

Mudar é um processo na maioria das vezes lento e doloroso, mas também proveitoso; se evoluirmos diante das dificuldades que enfrentamos nesta vida louca e ao mesmo tempo apaixonante!

Desejo à você, que aproveite esta benção milagrosa que é viver e que continue aqui comigo, me desvendando em "Meus Fragmentos".

domingo, 6 de julho de 2014

Pense nisso!

Muitas vezes, a felicidade incomoda os tristes; o sucesso incomoda os que lutam sem resultados; os que amam incomodam os que se decepcionaram e os que sonham incomodam os que já perderam a esperança.

Se você faz parte do grupo que está incomodando, não se abata com as críticas. Desfrute de suas conquistas.

Se você pertence ao grupo que fica incomodado, saiba que você também nasceu pra viver muitos momentos felizes, nasceu pra vencer, para amar e sonhar.

Suas decepções podem ter lhe tirado a alegria por algum momento, mas elas não tem, a menos que você permita, o poder de roubar o seu futuro.

Ainda há muito água pra correr e sempre é tempo de recomeçar.

domingo, 22 de junho de 2014

A Causa de Tudo

A gente complica demais a vida com as pequenas preocupações. A preocupação gera ansiedade, a ansiedade gera sofrimento, o sofrimento gera sentimento ruim e negativo, o sentimento ruim e negativo gera dor, a dor gera lágrima, a lágrima gera melancolia, a melancolia gera tristeza, a tristeza gera solidão, a solidão gera ferida, a ferida gera cicatriz, a cicatriz gera mágoa, a mágoa gera um buraco escuro dentro da alma. É um ciclo sem fim e só quem pode cortá-lo é você mesmo. 

Ninguém disse que é fácil romper ciclos e fazer mudanças definitivas. O processo é longo, o trabalho é árduo e muitas vezes doloroso. Você está condicionado a agir de uma determinada forma durante um determinado tempo. Não é simples pegar uma tesoura e cortar todos os males e medos pela raiz. Se assim fosse os divãs não estariam sendo disputados a tapa. 

Temos que aprender que a vida é para ser simples e boa. Sem tanto rancor, sem tanta revolta, sem tanta disputa. Há muito para conhecer, há tanto para aprender, há inúmeras formas de trocar um pensamento ruim por um bom. Quando algo que você não quer surgir na sua mente modifique na hora esse pensamento. Não dê corda, trela ou faça sala para ele, senão você sabe: ele chama toda a família para passar uma temporada na sua cabeça. E ninguém precisa conviver com um time de antipáticos fazendo farra, falando alto e tirando o seu sossego.

Só porque uma coisa não aconteceu da forma que você queria não quer dizer que ela não seja positiva e traga bons ensinamentos. A gente aprende com tudo que acontece, por mais que agora você acredite que esse perrengue todo é terrível, que você está sofrendo por demais, que sua vida está um lixo. Espere, respire, inspire, transpire, faça uma imersão nessa loucura, nesse desgaste, nessa dor, nessa onda forte. Depois você vai olhar para trás e perceber que sobreviveu, saiu mais forte, é valente, corajoso, tem fibra, garra e é capaz de superar qualquer dificuldade. 

Nada é tão difícil quanto se apresenta num primeiro momento. E tudo, tudo tem um jeito. Mas entenda: nem sempre é o seu jeito. A gente vai se adaptando ao que a vida nos apresenta. Só que a escolha sempre será minha, sua ou nossa. Isso ninguém nos tira.

Clarissa Corrêa