terça-feira, 15 de novembro de 2011

Renovação

Fala pessoal, belezinha?

Segue uma parábola interessante:

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão:

Nesta época, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é muito difícil!

Então, a águia só tem duas alternativas:

Morrer, ou ...

Enfrentar um dolorido processo de "renovação" que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco longos meses vai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.

Interessante não é?

Esta lição nos ensina que, muitas vezes, em nossas vidas temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Isto faz-se necessário para que continuemos a voar um vôo de vitória. Neste processo, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor.

Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Fragmentando ...




Fala pessoal, belezinha?

É engraçado como podemos passar a vida sonhando e correndo atrás daquilo que queremos e aos poucos vamos alcançando nossas metas. E é bom também quando aquilo que você nem imaginava que aconteceria, bate à sua porta e muda totalmente a sua rotina, todos os seus planos - muda literalmente você.

Mas as mudanças não costumam ser processos simples, ainda que estejamos esperando por elas. Imagine então, quando acontecem mudanças num momento inesperado?

Quando isso acontece, a mente precisa entender e “aceitar” que poucas coisas ou nada será igual como antes e arranjar uma maneira de aprender a viver com a nova vida que apareceu na sua frente.

Mas verdade seja dita: a mudança te permite ver a vida sob um outro ângulo das coisas, porque nada causa tanto mal como um olhar acostumado. E quando isso acontece, desaparecemos em meio ao cenário tão habitual. 

É incrível como tais mudanças podem tocar fundo em um cantinho muito sensível dentro de nós: o cantinho das “preciosidades”. Aquele lugar sagrado em que guardamos pessoas, momentos e tudo o que saiu do status comum para o especial. 

E nessa hora é preciso cuidado para definir quem permanece e quem não continua nesse espaço. E se você analisar com calma, vai perceber que tem gente ocupando um espaço que já não faz por merecer, principalmente quando num momento estressante você precisava mais delas. 

Em meu processo de mudança pelo qual estou passando atualmente, aprendi que não devo sob hipótese alguma, colocar nos ombros de ninguém a responsabilidade de me fazer feliz e por isso, eu tomo sempre alguns cuidados comigo.

Jogar fora algumas lembranças que não quero e não uso mais é um desses cuidados. Quando estou no meu limite, tiro tudo do meu “armário” e vou jogando no chão. Isso porque, chega uma hora em que a porta não fecha mais. Entende? 

Já começo eliminando o que pra mim não tem mais serventia. Elimino mesmo! Porque aprendi que há coisas que se deterioram tanto com o tempo, que doá-las a alguém não pode ser visto como caridade. É preferível dar algo novo e sem passado.

E é surpreendente que nessas horas, recupero grandes presentes que a minha memória muito curta já me havia feito esquecer: como aquela ótima viagem, os amigos reunidos em casa, rir das coisas com gosto e até mesmo de mim, o afago calmante que minha avó fazia em meus cabelos, a alegria de servir a Jeová, escrever, ler, sonhar muito e valorizar muito quem continua ao meu lado, apesar de tudo.

Entende agora porque na hora de mudar; algumas coisas precisam mesmo ficar de fora?

Para caber tudo isso e muito mais do que acabei de dizer. Até porque, não faz sentido uma grande mágoa conviver com o sorriso de minhas filhas, por exemplo. Certamente uma vai suprimir o espaço da outra. E nessas horas é preciso um saco de lixo e dos “grandes”, para jogar fora tudo aquilo que acumulamos, não sei para quê.

Estou neste momento me reorganizando, me reinventando. E quando tudo estiver em seu devido lugar e com espaço suficiente, será mais fácil acomodar a mudança, assim também como todo amor e alegria que sempre tive. Não duvido que de modo suave, tudo encontrará o seu ritmo. Até lá, celebrarei o tempo de cada novo passo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Superação ...

Podemos passar inúmeras dificuldades, e ter de batalhar muito para alcançar certos objetivos e, ainda assim, morrermos na praia.

Podemos deixarmo-nos consumir pelo trabalho, e perder noites de sono ou deixar de passar finais de semana com a família apenas por que temos extrema necessidade de conseguir recursos para mantermos uma vida digna, ou amargarmos um período obscuro de desemprego.

Podemos assistir a injustiça bater à nossa porta e perceber, infelizmente, que em algumas ocasiões não há absolutamente nada a fazer.

Podemos chorar com o coração partido a perda da pessoa amada ou de um ente querido.

Podemos, por tanta coisa negativa que aconteça, julgarmos que tudo sempre dará errado conosco e maldizermos nossa sorte.

Depois de tudo isto até podemos deixar passar pela cabeça a estúpida ideia de fazer uma grande besteira consigo mesmo, desde que seja exatamente assim:que tal ideia passe – e nunca mais volte, por que a vida é superação! 

Nós não nascemos andando, não nascemos falando, nem pensando tanta bobagem - e o que não podemos em hipótese alguma é perdermos o ânimo, o espírito, e nossa capacidade de amar, de nos superar e de viver!

Augusto Branco

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Assim é a vida ...


Quando você acha que tudo está perdido vem a vida e te surpreende.

Muda tudo de lugar e você tem que se adaptar.

Pode hesitar, mas tem que se acostumar.

Aquilo que estava quebrado é consertado.

O que foi perdido é achado.

O amor que você achava que perdeu novamente é seu.

De vez em quando a vida prega essas peças mesmo.

Por isso, jamais coloque um ponto final em sua estória, bote uma virgula.

Deixe as coisas se ajeitarem no seu tempo, sem você se precipitar e um problema maior criar.

Antes de avaliar algo se avalie.

A vida é assim, aprenda a viver com ela.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Relógio da vida


O relógio da vida, é responsável pelo tempo que levaremos para consolarmos nossas almas, e descobrir verdadeiramente que não há perdas sem ganhos ou vice-versa.

Perceber, que assim como tivemos tempo para desfrutar momentos especiais com algumas pessoas, teremos também, um tempo para nos afastarmos, para nos fortalecermos e descobrir que mesmo com a distância, elas sempre se farão presentes em nossos corações.

Ajuste seu relógio da vida e programe-se no sentido de mandar a tristeza embora às vezes, para que brote em seu rosto um belo sorriso que te fará ganhar o mundo. Um sorriso tão contagiante que fará você sentir que valeu viver em sua vida todas as suas pequenas vitórias e porque não, também as suas derrotas!

Afinal, com esta vivência nos ajustamos, aprendemos e nos aperfeiçoamos.

Precisamos portanto, deixar que o tempo cuide de nossos sentimentos e que nosso relógio esteja sempre ajustado com a hora de sorrir, de viver e amar, para que possamos no final dizer que valeu a pena!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fragmentando ...

" Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços... trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões... 


Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber trocar as páginas, uma a uma e descobrirá de que papel é feito cada uma delas ... "
Caio Fernando Abreu