segunda-feira, 24 de maio de 2010

Amor Impossível

Quais as chances reais de um nerd ser notado pela garota mais bela e popular da faculdade? Responda com sinceridade. Minha resposta? Nenhuma! Ainda mais se além de nerd, não ser belo. Isto porque, infelizmente, o que nos atrai primeiramente no outro é a beleza física.

Afinal, quem quer ficar com um sapo se tem possibilidades de arrumar um príncipe? Mas, será que os príncipes ou princesas reais são de fato belos? Pode ser que sim, pode ser que não. Minha avó dizia que a beleza está nos olhos de quem vê. Mas quem vê um feio? Um ninguém?

Esta é a proposta do filme indiano ”Pyaar Impossible” (Amor Impossível em português), assisti e me fascinei com a estória. Além de ser uma comédia romântica, serve para fazermos uma análise de nós mesmos como pessoas e como encaramos os outros. Um filme que tem a intenção de nos fazer acreditar em nós mesmos e em nosso potencial - em suma - uma verdadeira auto-ajuda.

Pyaar Impossible fala sobre uma garota chamada Alisha (Priyanka Chopra) e um rapaz chamado Abhay (Uday Chopra), que estudam na mesma Universidade. Visto que Alisha é a beleza da faculdade, Abhay fica receoso de revelar seus sentimentos para a moça por se tratar de um rapaz muito sem graça. Até que um dia Abhay a salva de um afogamento, mas a moça desacordada não o vê. No dia seguinte, as circunstâncias impendem-no de rever Alisha que devido aos constantes problemas que tem trazido à seus pais, muda de cidade e faculdade.

Sete anos se passam. Será que Abhay esqueceu Alisha? Você já deve conhecer a resposta sem ao menos ver o filme. Abhay agora é um programador de software que inventa um programa revolucionário, mas é enganado por Varun (Dino Morea) que rouba seu programa e pretende vendê-lo para uma multinacional em Singapura, empresa esta que tem como relações públicas, nada mais, nada menos que ... Alisha.

Alisha, já divorciada é mãe de uma garota de seis anos: Tânia. Num emaranhado de confusões Abhay acaba sendo contratado por ela para ser babá de sua filha. E agora? Diante de seu amor por sete anos, conseguirá Abhay revelar-lhe seu mais grandioso segredo? Conseguirá reaver seu trabalho de anos que fora roubado ?

Se tiver oportunidade, assista e comente o que achou. É um filme inspirador e cativante, não leva o Oscar, mas garante momentos ótimos, ah ... e com um final surpreendente.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Experiência!

Hoje, a caminho do trabalho, agradecendo a Jeová por todas as coisas em minha vida, resolvi agradecer o fato de eu ter um trabalho, atividade que sinceramente dizendo já amei mais. Sempre fui fascinado por números e acabei direcionando meus estudos e objetivos no quesito trabalho, para a área financeira. Hoje tenho um foco diferente e pretendo usar esse conhecimento em benefício próprio.

Enfim, desci do ônibus e me deparei com uma bonita cena: dois velhinhos sentados em um banco de praça. Estavam de mãos dadas. Atravessei a rua, motivado pela pressa de todas as manhãs, e, já do outro lado, olhei para trás.

A imagem ficou ainda melhor ...

O casal acariciava um cachorro, que estava passando por eles. Aquela cena ficou em minha cabeça. Entrei na empresa, fui ao banheiro e me olhei no espelho, quando comecei a me questionar:

-Como será que ficarei quando tiver meus setenta ou oitenta e poucos anos? Será que chegarei lá? Estarei bem?

Você, que lê agora, já chegou a pensar em como deve ser a terceira idade? Ainda mais com tantas pessoas que desrespeitam veementemente os de mais idade? O fato é que eu estava ali me observando e pensando. Tentei imaginar os problemas pelos quais aquele casal já havia passado a vida inteira, com suas alegrias, tristezas, vitórias e derrotas. E você deve concordar que, juntos ou separados - não importa - todos nós temos pequenas ou grandes infelicidades.


Mas, será que é preciso viver tanto tempo para começar a expressar doçura numa manhã de segunda-feira?

Por que é que é tão raro ver um casal de adolescentes sentados em um banco de praça, olhando o horizonte, de mãos dadas? Minha conclusão óbvia é que o tempo nos ensina mais do que ninguém... Afinal, o que são os nossos problemas? São chaves motivacionais e é preciso ter tato para perceber isso.

Eu, sempre tão analítico, gosto muito de observar os idosos, afinal vivi um bom tempo com uma pessoa muito especial: minha avó. E, para mim, salvo mínimas exceções, são as pessoas mais bonitas do mundo. Porque elas, geralmente, passam pela dureza da vida e com o tempo e tanto aprendizado, voltam a olhar o mundo com o mesmo olhar de uma criança. Não é incrível?

Isso me fez pensar que em todos os momentos, existem problemas e problemas, mas há também a esperança de melhora, sempre.
E há, mais do que tudo na vida, pessoas que apesar de tudo o que já viveram, ainda tem a capacidade de amar e respeitar o próximo e é esse tipo de pessoa que eu quero ser.

Não sei como será minha velhice nem sei se chegarei a viver tanto. Mas vivo intensamente e acho que o que todo mundo precisa é de um banco numa praça, uma boa companhia, e uma manhã bonita, ainda que nublada. E a idade não importa, ela é só um detalhe! O legal nisso tudo é poder voltar a ver o mundo com olhos de uma criança a qualquer momento...

Hoje eu desejo a você, que lê este blog, um excelente dia, cheio de tarefas, com algumas preocupações e, com certeza, com muita coisa boa. Nossa tendência é ver primeiro os problemas, não é?

Mude o foco de sua vida de vez em quando, isso fará um bem danado.

domingo, 2 de maio de 2010

Um Basta !

Fala pessoal, belezinha?

Hoje pela manhã falando com minha esposa, relembramos um momento de nossa vida que embora não foi muito bom, foi revelador no sentido de analisarmos com quem deveríamos ter associação. Afinal de contas relações são complicadas e ser aceito num grupo em alguns momentos torna-se um objetivo angustiante.

Enfim, éramos mais jovens e tínhamos poucos amigos, devido ainda à minha timidez tão indesejada. Aconteceu algo que me deixou muito triste, uma “amiga” casou-se e não nos convidou e pelo que soube a festa tinha sido uma maravilha. Fiquei triste devido a aparente "amizade" que tínhamos e pelo aparente “esquecimento” de ambos, tanto dela quanto do noivo. Enfim, casaram-se, viajaram, voltaram. Quando a vi depois da viagem, fui cumprimentá-la sem realmente fazer nenhuma cobrança, afinal, o critério era dos noivos escolherem seus convidados.

Mas o que me deixou profundamente entristecido foi o fato de após o cumprimento, ser convidado para conhecer sua nova casa, onde, disse a mesma, passaria o DVD do casamento para vermos e comeríamos umas pizzas, mas que viriam também outros casais conhecidos deles, o que até então - ao menos para mim, não havia problema, pois a priori minha percepção havia notado certo desconforto da parte de ambos por não nos ter convidado.

Enfim, o fato é prezados leitores que após o convite veio uma bomba!


Para entenderem a questão, eis um prefácio rápido:

“Sempre fui muito bom com massas de todo o tipo, brinco que tenho um pé no Japão e outro na Itália, em razão de meus dois avôs, por parte de pai e mãe respectivamente, mas sou Paulista, nascido na Vila Mariana, com um pai Paraense e uma mãe nascida no interior do estado de São Paulo, na cidade de Jaboticabal. Amo as duas culinárias de paixão. Como muito sushi, sashimi, tempurá, teriyaki, etc e tudo com o famoso talher: Hashi. Mas minha preferência sempre foi a culinária italiana com suas diversas massas, das mais simples às mais complexas. Gosto das diferentes texturas, sabores, montagens e apresentações”.

O fato é que sabendo disso, fomos convidados na verdade para “servir” aos convidados. Ela nos disse que chegando lá eu poderia fazer umas pizzas para o pessoal e assistir ao DVD. Nem preciso dizer que não fui quando percebi sua real intenção e que cortei de vez os laços com aquele tipo de pessoa. Anos mais tarde , após a separação deles, fomos saber que não nos convidaram porque nos achavam “muito pobrezinhos”, o que enfatizou para mim, o fato de que o convite para ir à casa de ambos era somente para trabalhar como serviçal e de graça.

Aquele dia foi um divisor de águas em nossas vidas, foi quando começamos a perceber que pelo fato de virmos de famílias humildes, tínhamos um tratamento diferenciado e preconceituoso. Passamos a cuidar mais de nós e dispensar tais companhias, o que foi bom!

Este texto verdadeiro serve para ilustrar que não devemos nos colocar ou colocar outros, jamais numa situação humilhante somente porque alguns acham que isso seja o certo. Não se trata somente de orgulho, mas de respeito por você mesmo e zelo por seu amor próprio. Infelizmente o mundo está abarrotado de pessoas que acham que pelo fato de terem dinheiro que os demais estão ali somente para servi-los. Não deve ser assim! Lembre-se que tais coisas acontecem somente se permitimos e fizermos vistas grossas a estes abusos.

Em nosso caso, com o tempo agregamos ao nosso convívio, amigos queridos e estimados que estão conosco não pelo que possuímos e sim pelo que somos e conseqüentemente somos mais felizes assim.

Portanto: fuja do preconceito, de hipocrisia e cuide de seu jardim. As mais belas espécies de borboletas aparecerão para apreciar o que você é e não o que você tem.

domingo, 25 de abril de 2010

Fragmentando ...

Oi pessoal, tudo belezinha com vocês? Espero que sim. Mais uma vez agradeço as visitas, opiniões e comentários, ainda que um tanto quanto tímidos, mas agradeço de coração o carinho de todos, assim como também dos seguidores deste modesto blog, que estão aumentando. Valeu!

Hoje está um domingo muito bonito aqui em Guarulhos. Vejo da janela de minha sala um sol não muito forte, céu azul e com poucas nuvens.
(Olha a previsão do tempo para seu estado, hehe!)

Enfim, estou bem. Enquanto digito ouço a música do blog, ela me deixa relaxado e inspirado, mesmo estando com uma tremenda dor de cabeça hoje. E você, o que deve estar fazendo agora, além de ler essas linhas? É incrível como somos tão diferentes e iguais ao mesmo tempo. Certamente temos formações, opiniões, históricos de vidas e crenças diferentes, mas, no entanto, somos cercados por diversos problemas e preocupações que na maioria das vezes estão longe de uma resolução imediata.

Talvez você seja pai ou mãe, tenha pai ou mãe ou é solteiro por opção ou por não ter sido opção de alguém até então, talvez não tenha mais seus pais ou não quis ter filhos ou esses já se foram, seja pelas intempéries da vida ou porque eles já formaram a sua própria família, enfim, de certo modo todos os que lêem este blog tem um histórico de vida que não deve ser desmerecido.

Eu por exemplo, graças a Jeová sou casado e pai de duas princesas e nessa profissão de pai, sou como a maioria que mais erra do que acerta, mas ama demais e protege demais. Afinal, vivemos numa época muito complicada e hostil e não estou sendo pessimista, longe disso!

Em meio a tanta tecnologia, como protegê-los de tantos predadores sexuais e de tanta má influência dá certa agonia. Se você que lê é jovem, entenda um pouco a preocupação que seus pais tem por você e por seu bem estar. Na minha adolescência eu me irritava muito com minha mãe que pegava no meu pé por causa de tudo, mas hoje sei que ela queria o melhor pra mim, e olha que sempre fui muito centrado.

Escute-os, pois o preço pago por não dar ouvidos, pode ser alto demais. São chatos? Parecem extremistas? Defina como quiser, mas se amarem você, bingo! E válido no mínimo fazer uma análise do assunto. Na maioria das vezes é batata, eles acertam mesmo.
Mas por que será? – Tem dúvida? – Experiência!

Embora sejamos diferentes em certos sentidos, somos iguaizinhos! Isso cada qual no seu quadrado. Sendo você marido ou esposa, pai ou mãe, filho ou filha, irmão ou irmã. Cuide bem de quem ama você e permita-se ser cuidado, acarinhado e amado.
Você não perde nada com isso.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Não reclame tanto!

Consciente ou inconscientemente estamos a todo o momento nos lamentando por algo que queríamos que acontecesse e não aconteceu. Ou se aconteceu, achamos que poderia ter ocorrido de uma maneira melhor ... em um momento melhor.

Sempre tem algo de que reclamar. Nunca estamos satisfeitos com as circunstâncias, com o que a vida nos proporcionou ...

Não somos capazes de olhar para o lado e enxergar que tem pessoas que teriam sim, muito mais razões para reclamar do que nós. Mas só olhamos para quem tem mais do que a gente para termos então, mais motivos para lamúrias.

São reclamações por detalhes tão pequenos que são ridículos. Esses pormenores só fazem com que nós mesmos façamos com que a nossa vida fique ‘pesada’, ruim, triste ...

Uma bola de neve de lamentações que faz com que você mesmo perca o controle da qualidade de sua vida.

Se você reclama porque o sinal de trânsito sempre fecha quando você está com pressa. Pare para pensar que do outro lado ele está aberto para alguém que possa estar com muito mais pressa que você, com necessidades reais até.

É preciso ao menos eliminar de sua vida as pequenas reclamações. Desestressar, abstrair.

Guarde seu pessimismo, essa energia negativa para acontecimentos grandes, inesperados, surpreendentes. Pelo menos, se acaso algo assim ocorrer, já não estará tão ‘pesado’, tão mal, a ponto de não aguentar coisas ruins de verdade.

Não é novidade que coisa ruim, atrai coisas ruins. Viver o tempo todo de mal humor, com um negativismo absurdo, só deixará que os próximos momentos sejam tão ruins quanto o atual.

Porque uma pessoa com uma energia tão pesada, não conseguirá enxergar nada de bom nos próximos capítulos de sua história ...

Uma coisa leva a outra!

Portanto, você é o único responsável pela qualidade de sua vida. Só você poderá decidir como encarar os fatos corriqueiros do seu dia-a-dia, se com boa vontade ou má. Com disposição, coragem, ânimo, determinação ou, se transformará tudo em um grande suplício regado sempre com uma gota enorme de pessimismo.

Lembre-se: o “otimismo é uma escolha intelectual...” E tudo flui bem quando você está bem.

Conseguir enxergar o lado bom dos acontecimentos é uma forma segura de facilitar a vida, a sua vida!

Porque o interessado sempre corre atrás.

Viviane Peres

sábado, 10 de abril de 2010

Relacionamentos

Hoje vou falar de relacionamentos e suas conseqüências. O primeiro relacionamento achegado que temos é com alguém muito especial: nossa mãe! Afinal desde a concepção até o nascimento propriamente dito, estávamos praticamente grudados um no outro.

Fora do ventre materno, porém as coisas são diferentes. Passamos a ser não só mais um, mas dois. E como dependentes que somos, é um privilégio sermos cuidados e amados por nossos pais. Ao menos é o que se espera.

Crescemos e passamos a ver a importância dos relacionamentos com nossos irmãos, se os tivermos, como também com primos ou primas que pode ser algo constante ou esporádico. Enfim, relacionar-se com outros é algo esperado por todo ser humano.

Nessa busca por relacionamentos bons, encontramos pérolas como também latões e infelizmente damos muito valor aos latões que passam por nossas vidas, por acharmos em nossa pouca experiência, que estes são pérolas valiosas. Mas cedo ou tarde, acabamos por nos decepcionar e até mesmo sofrer com nossas escolhas.

E sofrer é ruim, mas também natural. Afinal, após o sofrimento temporário, podemos ver com clareza as coisas sob um outro prisma, sob um outro enfoque e perceber nossos erros e acertos, pois afinal, se sofremos é porque permitimos que isso acontecesse, talvez por carência ou por necessidade de sermos aceitos.

O complicado nesta estória toda é que para descobrir essas coisas, infelizmente temos que passar pelo fogo que, em algumas vezes pode ser somente brasas e em outras, labaredas intensas e impiedosas. E o fogo queima, queimar-se dói! E em alguns casos - pode deixar marcas.

Você com certeza se tornará mais cauteloso e seletivo, o que lhe dará a oportunidade de analisar mais calmamente seus próximos relacionamentos, quer afetivos, românticos ou comuns do cotidiano em que a boa convivência torna-se necessária.

Eu, particularmente aprendi assim. Sempre me doei demais às pessoas, mas não tinha freio e por diversas vezes quebrei a cara. Foi ruim? Sim muito, mas também com a mesma intensidade foi proveitoso. Cresci e amadureci neste sentido. Afinal temos que saber o que é bom para nós e o que não é. Não adianta dar murro em ponta de faca, porque no final é somente você quem se fere. Como também não adianta brigar com todo mundo, pois assim perdemos nossa razão.

Nestas condições é sempre preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos!

O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram, principalmente os ruins. Podemos passar muito tempo nos perguntando:

Por que isso aconteceu?

Posso dizer a mim mesmo que não darei mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em minha vida, serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso, pois todo ser humano, em algum momento de sua vida, também estará encerrando capítulos, virando páginas e seguindo adiante, e sofrerá se continuar estagnado numa situação ruim.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que aconteceram conosco.

Pois, o que passou não voltará!

Este texto não é nenhuma apologia a divórcios, muito pelo contrário. O objetivo é você aprender e crescer com seus erros e usar essas experiências como um trampolim para sair de um buraco imenso. A idéia não é fugir, é conhecer-se melhor e contribuir como também exigir o melhor para si, o que pode envolver ter a disposição de conhecer o outro, mesmo depois de anos de convivência.

Você descobrirá valiosas pérolas em sua vida, precisará usar seu discernimento adquirido e seguir em frente, mas com cautela. Posso dizer que hoje, tenho uma caixa de jóias cheia delas. Os latões? Zanzam por perto, mas jamais terão sensibilidade suficiente de se doar e de colocar-se em seu lugar, sofrer ou alegrar-se com você verdadeiramente, esta é a grande diferença entre os dois.

Estou, portanto: fechando a porta, trocando a música, limpando a casa e sacudindo a poeira. Deixarei de ser quem era e me reciclar, me transformar em uma pessoa melhor e assegurar-me-ei de que sei bem quem sou, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem sou.

Não espere que lhe devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa que mostra como você sofreu com determinada perda. Isso está apenas te envenenando, e nada mais.

Lembre-se: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão, como também se vai por alguma razão. Siga em frente!