domingo, 25 de abril de 2010

Fragmentando ...

Oi pessoal, tudo belezinha com vocês? Espero que sim. Mais uma vez agradeço as visitas, opiniões e comentários, ainda que um tanto quanto tímidos, mas agradeço de coração o carinho de todos, assim como também dos seguidores deste modesto blog, que estão aumentando. Valeu!

Hoje está um domingo muito bonito aqui em Guarulhos. Vejo da janela de minha sala um sol não muito forte, céu azul e com poucas nuvens.
(Olha a previsão do tempo para seu estado, hehe!)

Enfim, estou bem. Enquanto digito ouço a música do blog, ela me deixa relaxado e inspirado, mesmo estando com uma tremenda dor de cabeça hoje. E você, o que deve estar fazendo agora, além de ler essas linhas? É incrível como somos tão diferentes e iguais ao mesmo tempo. Certamente temos formações, opiniões, históricos de vidas e crenças diferentes, mas, no entanto, somos cercados por diversos problemas e preocupações que na maioria das vezes estão longe de uma resolução imediata.

Talvez você seja pai ou mãe, tenha pai ou mãe ou é solteiro por opção ou por não ter sido opção de alguém até então, talvez não tenha mais seus pais ou não quis ter filhos ou esses já se foram, seja pelas intempéries da vida ou porque eles já formaram a sua própria família, enfim, de certo modo todos os que lêem este blog tem um histórico de vida que não deve ser desmerecido.

Eu por exemplo, graças a Jeová sou casado e pai de duas princesas e nessa profissão de pai, sou como a maioria que mais erra do que acerta, mas ama demais e protege demais. Afinal, vivemos numa época muito complicada e hostil e não estou sendo pessimista, longe disso!

Em meio a tanta tecnologia, como protegê-los de tantos predadores sexuais e de tanta má influência dá certa agonia. Se você que lê é jovem, entenda um pouco a preocupação que seus pais tem por você e por seu bem estar. Na minha adolescência eu me irritava muito com minha mãe que pegava no meu pé por causa de tudo, mas hoje sei que ela queria o melhor pra mim, e olha que sempre fui muito centrado.

Escute-os, pois o preço pago por não dar ouvidos, pode ser alto demais. São chatos? Parecem extremistas? Defina como quiser, mas se amarem você, bingo! E válido no mínimo fazer uma análise do assunto. Na maioria das vezes é batata, eles acertam mesmo.
Mas por que será? – Tem dúvida? – Experiência!

Embora sejamos diferentes em certos sentidos, somos iguaizinhos! Isso cada qual no seu quadrado. Sendo você marido ou esposa, pai ou mãe, filho ou filha, irmão ou irmã. Cuide bem de quem ama você e permita-se ser cuidado, acarinhado e amado.
Você não perde nada com isso.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Não reclame tanto!

Consciente ou inconscientemente estamos a todo o momento nos lamentando por algo que queríamos que acontecesse e não aconteceu. Ou se aconteceu, achamos que poderia ter ocorrido de uma maneira melhor ... em um momento melhor.

Sempre tem algo de que reclamar. Nunca estamos satisfeitos com as circunstâncias, com o que a vida nos proporcionou ...

Não somos capazes de olhar para o lado e enxergar que tem pessoas que teriam sim, muito mais razões para reclamar do que nós. Mas só olhamos para quem tem mais do que a gente para termos então, mais motivos para lamúrias.

São reclamações por detalhes tão pequenos que são ridículos. Esses pormenores só fazem com que nós mesmos façamos com que a nossa vida fique ‘pesada’, ruim, triste ...

Uma bola de neve de lamentações que faz com que você mesmo perca o controle da qualidade de sua vida.

Se você reclama porque o sinal de trânsito sempre fecha quando você está com pressa. Pare para pensar que do outro lado ele está aberto para alguém que possa estar com muito mais pressa que você, com necessidades reais até.

É preciso ao menos eliminar de sua vida as pequenas reclamações. Desestressar, abstrair.

Guarde seu pessimismo, essa energia negativa para acontecimentos grandes, inesperados, surpreendentes. Pelo menos, se acaso algo assim ocorrer, já não estará tão ‘pesado’, tão mal, a ponto de não aguentar coisas ruins de verdade.

Não é novidade que coisa ruim, atrai coisas ruins. Viver o tempo todo de mal humor, com um negativismo absurdo, só deixará que os próximos momentos sejam tão ruins quanto o atual.

Porque uma pessoa com uma energia tão pesada, não conseguirá enxergar nada de bom nos próximos capítulos de sua história ...

Uma coisa leva a outra!

Portanto, você é o único responsável pela qualidade de sua vida. Só você poderá decidir como encarar os fatos corriqueiros do seu dia-a-dia, se com boa vontade ou má. Com disposição, coragem, ânimo, determinação ou, se transformará tudo em um grande suplício regado sempre com uma gota enorme de pessimismo.

Lembre-se: o “otimismo é uma escolha intelectual...” E tudo flui bem quando você está bem.

Conseguir enxergar o lado bom dos acontecimentos é uma forma segura de facilitar a vida, a sua vida!

Porque o interessado sempre corre atrás.

Viviane Peres

sábado, 10 de abril de 2010

Relacionamentos

Hoje vou falar de relacionamentos e suas conseqüências. O primeiro relacionamento achegado que temos é com alguém muito especial: nossa mãe! Afinal desde a concepção até o nascimento propriamente dito, estávamos praticamente grudados um no outro.

Fora do ventre materno, porém as coisas são diferentes. Passamos a ser não só mais um, mas dois. E como dependentes que somos, é um privilégio sermos cuidados e amados por nossos pais. Ao menos é o que se espera.

Crescemos e passamos a ver a importância dos relacionamentos com nossos irmãos, se os tivermos, como também com primos ou primas que pode ser algo constante ou esporádico. Enfim, relacionar-se com outros é algo esperado por todo ser humano.

Nessa busca por relacionamentos bons, encontramos pérolas como também latões e infelizmente damos muito valor aos latões que passam por nossas vidas, por acharmos em nossa pouca experiência, que estes são pérolas valiosas. Mas cedo ou tarde, acabamos por nos decepcionar e até mesmo sofrer com nossas escolhas.

E sofrer é ruim, mas também natural. Afinal, após o sofrimento temporário, podemos ver com clareza as coisas sob um outro prisma, sob um outro enfoque e perceber nossos erros e acertos, pois afinal, se sofremos é porque permitimos que isso acontecesse, talvez por carência ou por necessidade de sermos aceitos.

O complicado nesta estória toda é que para descobrir essas coisas, infelizmente temos que passar pelo fogo que, em algumas vezes pode ser somente brasas e em outras, labaredas intensas e impiedosas. E o fogo queima, queimar-se dói! E em alguns casos - pode deixar marcas.

Você com certeza se tornará mais cauteloso e seletivo, o que lhe dará a oportunidade de analisar mais calmamente seus próximos relacionamentos, quer afetivos, românticos ou comuns do cotidiano em que a boa convivência torna-se necessária.

Eu, particularmente aprendi assim. Sempre me doei demais às pessoas, mas não tinha freio e por diversas vezes quebrei a cara. Foi ruim? Sim muito, mas também com a mesma intensidade foi proveitoso. Cresci e amadureci neste sentido. Afinal temos que saber o que é bom para nós e o que não é. Não adianta dar murro em ponta de faca, porque no final é somente você quem se fere. Como também não adianta brigar com todo mundo, pois assim perdemos nossa razão.

Nestas condições é sempre preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos!

O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram, principalmente os ruins. Podemos passar muito tempo nos perguntando:

Por que isso aconteceu?

Posso dizer a mim mesmo que não darei mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em minha vida, serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso, pois todo ser humano, em algum momento de sua vida, também estará encerrando capítulos, virando páginas e seguindo adiante, e sofrerá se continuar estagnado numa situação ruim.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que aconteceram conosco.

Pois, o que passou não voltará!

Este texto não é nenhuma apologia a divórcios, muito pelo contrário. O objetivo é você aprender e crescer com seus erros e usar essas experiências como um trampolim para sair de um buraco imenso. A idéia não é fugir, é conhecer-se melhor e contribuir como também exigir o melhor para si, o que pode envolver ter a disposição de conhecer o outro, mesmo depois de anos de convivência.

Você descobrirá valiosas pérolas em sua vida, precisará usar seu discernimento adquirido e seguir em frente, mas com cautela. Posso dizer que hoje, tenho uma caixa de jóias cheia delas. Os latões? Zanzam por perto, mas jamais terão sensibilidade suficiente de se doar e de colocar-se em seu lugar, sofrer ou alegrar-se com você verdadeiramente, esta é a grande diferença entre os dois.

Estou, portanto: fechando a porta, trocando a música, limpando a casa e sacudindo a poeira. Deixarei de ser quem era e me reciclar, me transformar em uma pessoa melhor e assegurar-me-ei de que sei bem quem sou, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem sou.

Não espere que lhe devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa que mostra como você sofreu com determinada perda. Isso está apenas te envenenando, e nada mais.

Lembre-se: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão, como também se vai por alguma razão. Siga em frente!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Perdoar é libertar-se!

Se alguém lhe atirasse uma pedra, o que você faria com ela?

Você a juntaria e guardaria para atirar no seu agressor em momento oportuno ou a jogaria fora?

Trataria dos ferimentos e esqueceria a pedra no lugar em que ela caiu?
Se você respondeu que a guardaria para devolver em momento oportuno, então pense em como essa pedra irá atrapalhá-lo durante a caminhada.

Vamos supor que você a guarde no bolso da camisa, onde fique bem fácil pegá-la quando for preciso.

Agora imagine como essa pedra lhe causará bastante desconforto.

- Primeiro porque será um peso morto a lhe dificultar a caminhada lhe exigindo maior esforço para mantê-la no lugar.

- Segundo porque cada vez que você for abraçar alguém, ambos sentirão aquele objeto estranho a machucar o peito.

- Terceiro porque se você ganhar uma flor, por exemplo, não poderá colocá-la no bolso já que ele estará ocupado com aquele peso inútil.

- Em quarto lugar, o seu agressor poderá desaparecer da sua vida e você nunca mais voltar a encontrá-lo e, nesse caso, terá carregado a pedra inutilmente.

Fazendo agora uma comparação com uma ofensa qualquer que você venha a receber, podemos seguir o mesmo raciocínio.

Se você guardar a ofensa para revidar em momento oportuno, pense em como será um peso inútil a sobrecarregar você.

Pense em quanto tempo perderá mentalizando o seu agressor e imaginando planos para vingar-se.

Pondere quantas vezes você deixará de sorrir para alguém pensando em como devolverá a ofensa.

E se você insistir em alimentar a idéia de revide, com o passar do tempo se tornará uma pessoa amarga e infeliz, pois esse ácido guardado em sua intimidade apagará o seu brilho e a sua vitalidade.

Mas se você pensa diferente e quando recebe uma pedrada, trata dos ferimentos e joga a pedra fora, perceberá que essa é uma decisão inteligente, pois agirá da mesma forma quando receber outra ofensa qualquer.

Quem desculpa seu agressor é verdadeiramente uma pessoa livre, pois perdoar é libertar-se.

Ademais, quem procura a vingança se iguala ao seu agressor e perde toda razão mesmo que esteja certo.

Somente pode considerar-se diferente quem age de forma diferente e não aquele que deseja fazer justiça com as próprias mãos.

Em casos de agressões que mereçam providências, devemos buscar o apoio da justiça e deixar a cargo desta os devidos recursos.

Todavia, vale ressaltar que perdoar não é apenas esquecer temporariamente as ofensas, é limpar o coração de qualquer sentimento de vingança ou de mágoa.

Pense nisso!

A pedra bruta perdoa as mãos que a ferem, transformando-se em estátua valiosa.

O grão de trigo perdoa o agricultor que o atira ao solo, multiplicando-se em muitos grãos que, esmagados, enriquecem a mesa.

O ferro deixa-se dobrar sob altas temperaturas e perdoa os que o modelam, construindo segurança e conforto.

Perdoar, portanto, é impositivo para toda hora e todo instante, pois o perdão verdadeiro é como uma luz arremessada na direção da vida e que voltará sempre à fonte de onde saiu.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Antes que eles cresçam!

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça...

Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.

Um dia, não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passará o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.

Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, piscinas e amiguinhos. Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.

Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados. Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".

Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

Affonso Romano de Sant'Anna

segunda-feira, 15 de março de 2010

Vampiros Emocionais

O psicólogo americano Albert Bernstein, consultor de empresas, se especializou em dar conselhos sobre como lidar com pessoas difíceis. Esse mesmo tema transformou dois de seus livros anteriores – (Cérebros de Dinossauro, 1989) e (Neandertais no Trabalho, 1992) – em best-sellers do segmento de auto-ajuda nos Estados Unidos. Agora, ele rastreia a presença de morcegos em forma de gente na vida da sociedade atual, particularmente nas relações amorosas e corporativas, trazendo diretrizes bem-humoradas para você sair ileso do convívio com pessoas que, segundo o psicólogo, possuem sérios distúrbios de personalidade.

De dia ou de noite, o mundo continua a ter uma boa cota de habitantes mesquinhos, invejosos ou inescrupulosos, no lar, no bar, no clube ou no escritório. Bernstein descreve com detalhes os cinco tipos mais comuns de vampiro, alertando para suas características específicas e sugerindo estratégias de convivência segura.

Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os vampiros emocionais sentem-se ameaçados por experiências comuns, como o tédio, a incerteza e a responsabilidade, Bernstein define.

Todo mundo tem um pouco de vampiro, mas o problema começa quando vários atributos comprometedores se concentram numa mesma pessoa. O autor criou testes para ajudar o leitor a descobrir se está convivendo com criaturas das trevas. Há pessoas que se enquadram de imediato num dos tipos descritos. Outras são híbridas – misturam atributos de duas ou mais espécies.

Um alerta decisivo é que não adianta tentar mudar o jeito de ser dos dráculas, porque eles possuem traços psicológicos muito arraigados.

O máximo que se consegue é domesticá-los. E, ainda assim, convém manter aberto um dos olhos durante a noite. A única forma de torná-los inofensivos é sintonizar as próprias necessidades com as deles. Nesse caso, podem até se transformar em trabalhadores exemplares e companheiros amorosos.

Mas a vigilância precisa ser constante. Basta que as necessidades entrem em ligeiro conflito para que tudo mude.

Uma característica freqüente entre os vampiros emocionais é o poder de sedução. Nos primeiros contatos, sempre parecem mais interessantes que as pessoas comuns. São bons de papo e gentis, mas, quando se sentem impelidos a saciar a sede por sangue, são capazes de avançar no pescoço da própria mãe e de quem mais estiver por perto.

A descrição de Bernstein vale tanto para o colega de trabalho que se acha o sujeito mais inteligente do mundo quanto para aquela vizinha que sorrateiramente vigia cada um de seus passos. Como as crianças de colo, os vampiros imaginam que os outros existem apenas para suprir as suas necessidades. Parecem adultos por fora, mas continuam bebês por dentro.

"As estratégias mais bem-sucedidas no trato com os vampiros emocionais são precisamente as mesmas a que você recorreria com uma criança de 2 anos para definir limites", ensina Bernstein. Com a diferença de que os bebês não têm caninos afiados para enterrar em sua jugular. Abaixo os cinco tipos mais comuns: